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Diretor-geral do DPT nega suspensão de autópsia à noite no Nina Rodrigues

DIRETOR

O diretor geral do Departamento de Polícia Técnica da Bahia (DPT), Elson Jefferson, negou que o Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IML) não realiza autópsias no período da noite. Em entrevista ao Bahia Notícias, o dirigente informou que há uma redução do corpo técnico neste perído, mas os exames cadavéricos são realizados pelos médicos plantonistas escalados. No último sábado (8), o líder do PT na Assembleia Legislastiva da Bahia (AL-BA), deputado Rosemberg Pinto, fez duras críticas à administração do IML na capital baiana por não realizar o procedimento no período citado. “O deputado esta na razão dele, ele é um representante do povo e precisa fazer isso. Agora, temos que imaginar que algumas perícias não são tão fáceis de ser feitas. A ideia que se tem da necropsia é que abre-se [o corpo] e tem o resultado, mas não é isso”, afirmou. Em entrevista ao BN, Rosemberg informou que a família de Virgínia Maria Pacheco Nonato, de 61 anos, que morreu durante uma troca de tiros entre assaltantes e seguranças do Shopping Max Center, no bairro do Itaigara, em Salvador, recebeu a informação de que a autópsia só seria realizada no dia seguinte. “Este foi um caso pontual, porque não houve atraso, mas sim demora na perícia. Neste dia houve um número razoável de pessoas que deram entrada no IML, e no Departamento de Polícia Técnica todos são iguais. Não existe preferência e todos entram na fila. (…) Não é justo falar que os médicos peritos recebem sem trabalhar. Eles trabalham e trabalham muito. Agora é bom que o público externo faça críticas e a gente ouve essas críticas”, disse. Ainda conforme Jefferson, o Nina Rodrigues realiza procedimentos tanto em casos de homicídios quanto por mortes naturais. “Muitas mortes naturais também vão para o IML, o que é um erro porque não temos SVO [Serviço de Verificação de Óbito], mas já estamos implantando na Bahia. Cedemos um espaço e isso vai ser reduzido. Hoje, 30% dos casos que vão para o Nina Rodrigues são por mortes naturais. E o Departamento de Policia Técnica é também um órgão social, porque quando um pobre morre e não tem como se conseguir um atestado [de óbito], eles são enviados ao IML e temos que atender. (…) As pessoas têm a cabeça de classe média, só que a maioria do povo baiano é pobre, e o Departamento de Polícia Técnica trabalha também para essas pessoas”, justificou.O diretor geral do Departamento de Polícia Técnica da Bahia (DPT), Elson Jefferson, negou que o Instituto Médico Legal Nina Rodrigues (IML) não realiza autópsias no período da noite. Em entrevista ao Bahia Notícias, o dirigente informou que há uma redução do corpo técnico neste perído, mas os exames cadavéricos são realizados pelos médicos plantonistas escalados. No último sábado (8), o líder do PT na Assembleia Legislastiva da Bahia (AL-BA), deputado Rosemberg Pinto, fez duras críticas à administração do IML na capital baiana por não realizar o procedimento no período citado. “O deputado esta na razão dele, ele é um representante do povo e precisa fazer isso. Agora, temos que imaginar que algumas perícias não são tão fáceis de ser feitas. A ideia que se tem da necropsia é que abre-se [o corpo] e tem o resultado, mas não é isso”, afirmou. Em entrevista ao BN, Rosemberg informou que a família de Virgínia Maria Pacheco Nonato, de 61 anos, que morreu durante uma troca de tiros entre assaltantes e seguranças do Shopping Max Center, no bairro do Itaigara, em Salvador, recebeu a informação de que a autópsia só seria realizada no dia seguinte. “Este foi um caso pontual, porque não houve atraso, mas sim demora na perícia. Neste dia houve um número razoável de pessoas que deram entrada no IML, e no Departamento de Polícia Técnica todos são iguais. Não existe preferência e todos entram na fila. (…) Não é justo falar que os médicos peritos recebem sem trabalhar. Eles trabalham e trabalham muito. Agora é bom que o público externo faça críticas e a gente ouve essas críticas”, disse. Ainda conforme Jefferson, o Nina Rodrigues realiza procedimentos tanto em casos de homicídios quanto por mortes naturais. “Muitas mortes naturais também vão para o IML, o que é um erro porque não temos SVO [Serviço de Verificação de Óbito], mas já estamos implantando na Bahia. Cedemos um espaço e isso vai ser reduzido. Hoje, 30% dos casos que vão para o Nina Rodrigues são por mortes naturais. E o Departamento de Policia Técnica é também um órgão social, porque quando um pobre morre e não tem como se conseguir um atestado [de óbito], eles são enviados ao IML e temos que atender. (…) As pessoas têm a cabeça de classe média, só que a maioria do povo baiano é pobre, e o Departamento de Polícia Técnica trabalha também para essas pessoas”, justificou.

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