Ousadia: Presidiário é executado a tiros em local de trabalho ao lado do Presidio de Teixeira
Mais um presidiário do Semiaberto do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas foi executado a tiros no início da tarde desta terça-feira (18). Segundo informações, o ousado assassinato ocorreu no momento em que o interno chegava no portão de entrada de seu local de trabalho, uma fábrica de bloco que fica localizada ao lado do presidio, onde dois elementos armados que estavam a bordo de uma motocicleta abordaram o mesmo e em seguida efetuaram vários disparos a queima roupa.
Informações dão conta de que um dos elementos teria descido da moto, sacado a arma e começado a atirar no presidiário que ainda tentou reagir a ação do atirador, mas como já estava alvejado em partes do corpo, ele caiu logo adiante, onde recebeu outros vários tiros, inclusive na cabeça, caindo morto no local, ao lado de sua motocicleta.
O crime ocorreu na Rua 23, no bairro Kaikan Sul, ao lado do Presídio e a vítima foi identificada como sendo Luiz Carlos Moitinho, vulgo “Carlão”, um detento preso do Conjunto Penal de Teixeira de Freitas que estaria cumprindo pena na unidade em razão de condenação imposta por crime de “Latrocínio”-roubo seguido de morte.
A policia militar esteve no local do crime, bem como a policia civil, elas que compareceram representadas pelos policiais, delegado plantonista da 8ª Coorpin e os peritos do Departamento de Policia Técnica, onde realizaram o levantamento cadavérico e em seguida removeram corpo do presidiário d a para o Instituto Médico legal.
No local do assassinato, os peritos localizaram 12 cápsulas, além de projeteis, ambos aparentando ser de calibre de pistola ponto 40. A policia Militar realizou rondas no entorno do bairro, mas nenhum suspeito foi localizado. A Policia civil acredita que a morte de “Carlão” tenha sido um acerto de contas, uma vez que o mesmo respondia pela prática de vários crimes contra a vida, dentre eles, um latrocínio (roubo seguido de morte).
Um inquérito será instaurado pela Policia Civil, para apurar a autoria e motivação do ousado assassinato.
Por: Arnóbio Formosa/Teixeiranoar


