Moradores do bairro Santa Rita se reúnem com direção da ONG “Trilha Legal” para discutirem adequação da casa

21 de outubro de 2014 às 12:18

CASA TRILHA 1

A direção da ONG “Trilha Legal”, localizada na Rua Matias de Araújo, no bairro Santa Rita, região central de Teixeira de Freitas, se reuniu na manhã desta terça-feira (21), por volta das 9h30, com uma comissão formada por moradores do bairro Santa Rita.

A reunião ocorreu na sede da própria unidade e o assunto principal a ser tratado pelos moradores e a direção da casa foi o problema de segurança na unidade. Segundo os moradores, nos últimos meses, vários problemas de segurança e de ordem disciplinares vem ocorrendo na unidade, dentre eles, princípios de rebeliões, tentativas de fugas, bem como a entrada e saídas dos menores na unidade em horários não permitidos pela Lei, principalmente no período noturno.

A ONG “Trilha Legal” que funciona no bairro Santa Rita, em Teixeira de Freitas, é uma extensão de uma unidade que fica sediada na cidade de Porto seguro. Segundo informações da própria diretoria, a casa tem capacidade para o  acolhimento de  20 menores infratores,os quais em cumprimento de medidas de semi-liberdade ou liberdade assistida, todos já sentenciados e só são encaminhados para a casa por determinação dos juízes de suas respectivas comarcas.

A comissão de moradores do bairro Santa Rita informou a reportagem do site teixeiranoar que várias reivindicações foram  levadas a direção da ONG “Trilha Legal”, em relação os problemas graves de segurança que vem  apresentando nos  últimos meses, bem como na questão disciplinar dos menores infratores. Segundo a comissão, os menores saem e entram a hora que querem na unidade, principalmente através dos muros da unidade. A comissão solicitou da direção da ONG, que a mesma oficie ao juiz da vara da infância e juventude e a promotoria competente da comarca de Teixeira de Freitas acerca da reunião e seu objetivo.

Segundo os moradores, a direção da ONG “Trilha Legal” se propôs a fazer algumas adequações na casa, sobretudo na área de segurança, tais como, mudança na altura do muro, tanto na parte de acesso a rua, quanto na parte dos fundos, onde os menores estariam pulando e tendo acesso aos quintais de algumas residências, a colocação de uma cerca elétrica mais apropriada, além de intensificar os trabalhos de monitoramento dos menores que ali se encontram internados.

Da redação do Teixeiranoar


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