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Júri Popular: Advogado Gean Prates absorve pai acusado de matar filho de 9 meses em Prado

JORGE 1

Foi absorvido durante Júri Popular ocorrido nesta última quarta-feira (17), no Fórum da Comarca de Prado, o pai acusado de envolvimento na morte do próprio filho,  próprio filho, Pedro Silva Carneiro, de apenas 9 meses de idade, fato ocorrido no dia 29 de outubro do ano de 2016, após o garoto ter supostamente se jogado do banco traseiro do veículo que a família viajava em uma estrada vicinal de acesso a Prado e a Praia da Paixão, litoral norte do município de Prado.

Após o ocorrido, tanto o pai, quanto a mãe da criança, ambos tiveram as suas prisões preventivas decretadas pelo Juiz criminal da Comarca de Prado, Dr. Leonardo Coelho, após solicitação do delegado Julio Cesar Teles. Presos no Conjunto Penal de Teixeira de Freitas, Jorge Mendes Carneiro Junior, de 41 anos, e Erisângela Santos Silva, de 38 anos, resolveram contratar o experiente advogado criminalista Gean Prates, um dos mais renomados da Bahia, o qual começou a atuar no caso e sempre sustentou a tese de morte da criança fora provocada por um acidente e não assassinato, conforme vinham acusando o delegado e MP.

Durante a instrução processual, a mãe do garoto “Pedro” foi impronunciada, em razão da existência de provas, motivo pelo qual foi posta em liberdade pelo magistrado, mas como o seu marido ficara encarcerado, o advogado Gean Prates continuou atuando na defesa dos acusados.

Nesta quarta-feira (17), o pai do garoto “Pedro”, o Jorge Mendes Carneiro Junior, de 41 anos, foi levado ao banco dos réus no Tribunal do Júri da Comarca de Prado, onde foi julgado e absorvido por um corpo de jurado, o qual composto por sete pessoas, sendo homens e mulheres, todas ligadas a sociedade pradense. O júri foi presidido pelo juiz Leonardo Coelho e teve início às 9h, se encerrando por volta das 20h, uma duração aproximada de 11 horas.

Experiente e acostumado casos emblemáticos e de grandes repercussões, sobretudo, em se tratando de crimes de assassinatos, o renomado advogado criminalista Gean Prates, sempre sustentou a tese de que seus clientes eram inocentes, uma vez que  o garoto “Pedro” teria sido vítima de um acidente e não vitima de assassinato, conforme vinham acusando, tanto o delegado Júlio Cesar Teles, quanto o Ministério da Comarca de Prado. Foi usando dessa tese que o  renomado advogado criminalista Gean Prates consegui convencer o corpo de jurado a optar de forma quase unânime pela absorvição de seu cliente Jorge Mendes Carneiro Junior. Presentes no salão do júri do Fórum de Prado, os familiares dos acusados vibraram com a decisão do corpo de jurado. Após a lavratura da sentença, a mesma foi lida e assinada pelo presidente do tribunal do Júri, Juiz Leonardo Coelho.

Por: Arnóbio Formosa/Teixeiranoar

 

 

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