Jovem que ajudou matar primo e ocultar corpo eucalipto se apresenta a policia
A policia civil da 8ª Coordenadoria de Teixeira de Freitas apresentou na manhã desta sexta-feira (22), por volta das 11h30, Júnior Gonçalves de Oliveira, de 24 anos de idade, morador de Teixeira de Freitas, acusado de envolvimento em um assassinato ocorrido na cidade. O jovem estava foragido da justiça da comarca de Teixeira de Freitas desde a época do crime, após ser apontado pelos próprios comparsas como um dos envolvidos no assassinato de Wilson Neves Vieira, de 44 anos de idade, que morava no bairro São Lourenço, em Teixeira de Freitas
Além de levar várias facadas no corpo,”Wilson” ainda teve a cabela mutilada por um tronco de eucalipto
“Wilson” foi brutalmente assassinado a golpes de faca e pau no interior de uma casa e em seguida o seu corpo foi posto dentro de um carro e na sequencia desovado em meio a uma plantação de eucalipto, próximo a “Maria Mil Reis”.
O corpo de “Wilson” foi encontrado no dia 15 do último mês de junho, logo após às prisões de Sidnei Araújo de Souza, de 23 anos e Ednei Luiz de Souza, envolvidos no brutal assassinato e apontados como os principais mentores do crime. Júnior” estava foragido da justiça da comarca de Teixeira, mas como tinha a prisão temporária decretada, o mesmo resolveu se entregar acompanhado de seu advogado.
Interrogado pelo delegado Cleber Gonçalves, o acusado confessou o seu envolvimento no assassinato de “Wilson”. “Júnior” confirmou a versão de seus comparsas, declarando que o crime foi motivado por uma discussão entre eles e a vítima, em razão de uma partida de sinuca. Segundo “Júnior”, ele foi agredido pela vítima com um soco no rosto, momento em que o mesmo combinou com os demais comparsas, os quais foram até o imóvel em que a vítima se encontrava, onde o mesmo foi surpreendido e morto com várias facadas.
Apesar de ter ficado preso após a apresentação,”Júnior” pode ser posto em liberdade a qualquer momento, uma vez que o mandado de prisão em seu desfavor é temporário e o mesmo vai espirar em data determinada pelo juízo criminal.
Por: Arnóbio Formosa

