Imprensa cobra explicações da câmara a respeito de crime de extorsão cometido por vereadores
Teixeira de Freitas: Não ficou apenas na acusação feita pela ex- assessora e advogada Cláudia Santos Neves que afirmou que a vereadora Onedi Alves praticava crime de extorsão no poder legislativo. Um relatório que não foi repassado à imprensa e que ficou sobre a responsabilidade da justiça, através do Ministério Público aponta que durante algumas audiências, outros parlamentares foram citados no caso.
“Teve vereador que contratou uma funcionária apenas para receber no fim do mês. A funcionária nunca foi vista trabalhando, mas seu nome estava na folha de pagamento e certamente a mesma repassava parte do dinheiro ao edil” disse uma testemunha.
Esta semana o repórter Tyago Ramos representando a imprensa em Teixeira de Freitas solicitou informações sobre o episódio ao conselho de ética da Câmara de Vereadores para que as informações sobre o suposto esquema de corrupção fosse repassado detalhadamente aos jornalistas.
Representando à imprensa, o repórter “Tyago Ramos”fez a solicitação junto ao legislativo de Teixeira
No episódio de Cláudia, apesar de receber mensalmente no contracheque R$2.950,00, Cláudia afirmou que Onedi só repassava a ela R$ 1.000,00 e o restante do valor R$ R$1.950,00, eram repassados diretamente a vereadora. Após um desentendimento, Cláudia decidiu denunciar a vereadora.
Onedi foi à público e afirmou que tudo não passava de uma armação para ferir a sua imagem com a sociedade e que o objetivo era a sua cassação. O Ministério Público escutou a denunciante, acusada e testemunhas. A imprensa teve informações que supostamente foram abafadas pelo poder legislativo já que os vereadores não propuseram informar que indicam que houve a solicitação e o pedido de prisão da vereadora, mas o poder judiciário teria negado a ação.
O poder Judiciário negando um pedido de prisão de uma parlamentar é porque houve base e argumentação para tal decisão e isso não se discute. Mas, se os vereadores não são culpados nesse episódio classificado como pífio, não necessitária esconder informações a imprensa, já que os veículos de comunicação são e sempre foram meios extraordinários para esclarecimentos. A dúvida da imprensa implica justamente se o caso foi ou não arquivado e qual é a decisão final sobre a ocorrência.
Por? Portaln3

