Bingão: Ao anunciar número 13, locutor cita João Bosco e é vaiado por mais de 20 mil pessoas
O prefeito João Bosco Bitencurt (PT) tem vivido momentos difíceis nesses primeiros 17 meses de sua administração em Teixeira de Freitas. Eleito com mais de 58% dos votos válidos da cidade, ele conseguiu em tempo recorde um feito que já mais foi adquirido por qualquer outro administração de Teixeira de Freitas.
Sem conseguir realizar pelos menos 5% das obras que foram prometidas no início de seu governo, supostamente em razão de vários compromissos que foram feitos durante a sua campanha, bem um suposto esquema de licitações fraudulentas e milionárias que foram instalados em seu governo, dentre elas, as do (transporte e lixo, além de um suposto endividamento do gestor com financiadores de sua campanha. Motivos pelos quais ele passou a ser odiado por toda população, aponto de não poder sair mais às ruas da cidade e tendo que amarga uma rejeição assustadora de aproximadamente 90% e ainda tendo que enfrentar vaias da população por todos os lugares públicos que aparece, a exemplo do que ocorreu no bairro Liberdade I, (entrega da quadra), no Colina Verde (entrega da creche) e no circuito da festa da cidade, no momento em que estava acontecendo o bingão do dia das mães, onde o nome do prefeito foi citado pelo locutor ao anunciar a pedra de número 13 e mais de 20 mil pessoas o vaiaram.
João Bosco assumiu o governo de Teixeira de Freitas em janeiro de 2013 e logo em seguida apresentou para a população um plano de governo arrojado, constando dezenas de projetos importantes para a população, principalmente na área de infraestrutura, tais como, obras de drenagem fluvial para vários pontos críticos da cidade, esgotamento sanitário e asfaltamento de vários bairros de Teixeira de Freitas.
Segundo o prefeito João Bosco, em seu primeiro ano de governo, ele começaria os serviços de esgotamento e drenagem com a construção de uma galeria para passagem de água fluvial no entorno do Shooping Teixeira Mal Center, no centro de Teixeira de Freitas, faria a drenagem e pavimentação asfáltica da Avenida Estados Unidos, a principal via de acesso ao bairro Wlisses Guimarães, construiria a UPA-24h, e faria a reforma e revitalização do hospital regional de Teixeira de Freitas, conforme placa que se encontra fixada em frente a unidade até a presente data.
Sem a realização de nenhuma das obras que foram prometidas, a população ficou frustrada e a partir desse momento nenhum cidadão acreditou mais no prefeito João Bosco. Ele passou a achincalhado por quase toda população, aponto de ter que enfrentar várias manifestações e protestos em alguns bairros da cidade, em razão de suas falsas promessas.
Preocupado com todo esse desgaste político e administrativo que estava sofrendo, Bosco resolveu arquitetar uma jogada de marketing para tentar acalmar os ânimos da população. Ele se deslocou até Brasília, onde supostamente teria se reunido com a presidenta “Dilma Russef”, e no momento em que retornou a Teixeira de Freitas, o mesmo procurou as emissoras de rádios e sites de noticias da cidade e anunciou para os teixeirenses que havia adquirido um montante da ordem de R$ 220 milhões junto ao ministério das cidades, recursos provenientes do (PAC), os quais seriam utilizados para realizar obras de infraestrutura em 80% da cidade.
As obras foram anunciadas pelo prefeito no meio do ano passado e segundo ele, logo em seguida seriam iniciadas na cidade, mas até este mês de maio de 2014, nenhuma das obras prometidas pelo prefeito com os R$ 220 milhões não foi entregue a população. Informações dão conta de que os recursos ainda não foram liberados para o gestor de Teixeira de Freitas e motivo seria a falta de elaboração dos projetos com as fundamentações que são exigidas pelo ministério das cidades.
Da: redação do teixeiranoar
