Após matar o deficiente”Maxsuel” em Teixeira, “Piripaque” é executado a tiros em Rondônia

06 de dezembro de 2014 às 11:59

PIRIPAQUE 2

A execução de “Piripaque” ocorreu por volta das 19h30 da última quinta-feira, dia (4), no interior de um estabelecimento comercial (lanchonete), localizada à avenida Gonçalves Dias, no bairro Jardim Aeroporto, em Ouro Preto do Oeste, no estado de Rondônia.

Lucas Souza Mota, o “Piripaque”, de 22 anos, foi surpreendido por elementos que chegaram a bordo de uma motocicleta, um deles desceu do veículo e disparou a arma várias vezes na vítima, que não teve tempo de reagir e morreu sentada na cadeira do estabelecimento comercial. “Piripaque” é natural de Teixeira de Freitas, onde mourou com os pais por vários anos, mas como acabou se envolvendo em crimes, principalmente homicídios e o tráfico de drogas, chegando ficar preso por um bom tempo, mas assim que o mesmo deixou a cadeira, resolveu se evadir de Teixeira de Freitas com destino ao estado de Rondônia.

“Piripaque”  era réu confesso no processo criminal de homídio na comarca de Teixeira de Freitas, onde o mesmo foi indiciado pela autoria do assassinato de um deficiente supostamente envolvido no tráfico de drogas em Teixeira. Maxsuel dos Santos Pereira, de 19 anos, foi assassinado a tiros na  rua Nova Esperança, bairro Santa Rita, na região central da cidade, no dia 20 de setembro de 2012.. Logo após cometer o assassinato, “Piripaque” fugiu da cidade, mas meses depois retornou a e acabou sendo preso pela policia civil da 8ª coorpin. Posto em liberdade em 2013, Piripaque”se evadiu para o estado de Rondônia, onde acabou sendo executado a tiros nesta última quinta-feira (04).

Segundo informações do site Ouro Preto do Oeste, Lucas Souza Mota, o “Piripaque”, de 22 anos, foi morto com 6 tiros à queima roupa, disparados por dois homens armados que chegaram em uma motocicleta, de cor preta. Dos seis projeteis, três acertaram na região da cabeça e um na boca. “Piripaque” morreu sentado à mesa. Já os matadores fugiram sem deixar pistas.

 

(Por Arnóbio Formosa


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