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Teixeira: Justiça decreta prisão do preventiva do estelionatário da Malu Veículos

A prisão preventiva de Maurício Pereira de Cerqueira, 40 anos, proprietário da Malu Veículos, foi decretada pela Justiça de Teixeira de Freitas na última sexta-feira, 17 de maio

ACUSADO

O empresário é acusado de estelionato e está preso desde o dia 10 de abril, depois que foi detido pelo Serviço de Investigação da 8ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior de Teixeira, que cumpriu o mandado de prisão expedido no dia 14 de março deste ano pela 1ª Vara Criminal da Justiça de São Mateus, no Espírito Santo, sob acusação de estelionato e apropriação indébita.

De acordo com a Justiça capixaba, Maurício usava diversos meios fraudulentos para obter vantagens ilícitas. Ele ainda é acusado de ameaçar as vítimas após a descoberta dos golpes. Depois que foi denunciado à Polícia Civil, Maurício fechou a revendedora de veículos e se mudou para Teixeira de Freitas, onde reabriu seu negócio com o mesmo nome: Malu Veículos.

LOJA

Em dezembro do ano passado, o empresário passou a ser investigado depois que inúmeros clientes de sua empresa registram queixa na 8ª Coorpin o acusando dos mesmos crimes. De acordo com o delegado Marco Antônio, titular do município, existe mais de 11 procedimentos abertos contra ele, no entanto, o número de vítimas é bem maior, já que existem clientes lesados, também, em cidades vizinhas.

ACUSADO 2

Segundo apurou as investigações do Serviço de Inteligência, o acusado mantinha o mesmo esquema de golpes no Extremo Sul baiano. De acordo com a Justiça teixeirense, ele teria causado um prejuízo de pouco mais de R$ 300 mil a seus clientes. Um prejuízo que gira em torno do mesmo valor também teria sido provocado por Mauricio Macaé no Rio de Janeiro, onde ele também atuava com os golpes.

O delegado Marco Antônio explica que Maurício agia de diversas formas. Em uma delas o cliente deixava o carro em sua loja para ser revendido, ele efetuava a venda e pedia que o proprietário autorizasse, com sua assinatura, a transferência do documento para o futuro comprador, na promessa de que o dinheiro seria depositado em sua conta, o que não acontecia.

Em outras situações, ele ainda conseguia fazer o financiamento do veículo sem a assinatura do proprietário para a transferência do documento, e também não repassava os valores.  A polícia investiga a participação de agentes financeiros no esquema. Na terceira modalidade do golpe, Maurício vendia o carro, mas não entregava o documento para o novo proprietário, e muito menos repassava a quantia obtida na negociação para o antigo dono. Ainda segundo a Polícia, outros pedidos de mandado de prisão podem ser feitos na justiça local, conforme o andamento das investigações, que ainda não foram finalizadas.

Por Reportercoragem

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