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Realizada perícia onde jovens morreram em suposto confronto com a CAEMA

PABLO 1

Na tarde desta quarta-feira (6) a pedido do delegado Marco Antônio Neves, que preside o inquérito policial do caso, os peritos Marco Antônio Lima e Pablo Bonjardim, esses do Departamento de Polícia Técnica de Teixeira de Freitas (DPT) foram à área onde teria acontecido um suposto confronto entre policiais da Companhia de Ações da Mata Atlântica (CAEMA) e dois jovens, apontados como autores de um assalto na cidade. Após uma queda da motocicleta, Diego Gonçalves da Silva, 25 anos e o menor Alan Alves Neres, 17 anos, teriam airado na guarnição. No possível revide os acusados acabaram sendo alvejados e morreram.

A ocorrência aconteceu no último dia 27 de julho e como a guarnição envolvida na ação não quis entregar à Delegacia as armas dos próprios militares, bem como os dois revólveres que seriam da dupla, além da motocicleta, foi gerado um mal-estar entre a Polícia Civil e a CAEMA. O delegado Marco Antônio Neves, titular de Teixeira de Freitas, afirma que além das armas e a motocicleta, os próprios policiais deveriam prestar depoimento formal, já que a ação terminou em morte.

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No local do suposto confronto o perito criminal Marco Antônio Lima recolheu material onde ainda está evidente uma mancha de sangue, que será remetido para exames detalhados em Salvador. No mesmo lugar foi encontrado um orifício de entrada na terra. Sobre se existia possibilidade do tiro ter sido dado de cima para baixo o perito Marco Antônio relatou que qualquer análise nesse sentido só poderia ser dada após a conclusão dos exames periciais.

 

 

Em entrevista ao Teixeira News o delegado Marco Antônio Neves reafirmou a instauração do inquérito policial e adiantou que vai insistir junto ao comando da CAEMA para que os policiais prestem depoimento à Polícia Processante. Em pronunciamento anterior dado à imprensa o major Anacleto França, comandante da CAEMA, defendeu os policiais, afirmando que os acusados mortos estariam envolvidos em ações delituosas, prometeu apuração imparcial e reafirmou que a ação do comando da guarnição em não entregar as armas à Polícia Civil foi acertada, pois os militares ainda estariam de serviço. França também esclareceu que nesses casos, o procedimento de apuração será no âmbito Militar.

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Cápsula de projétil de fuzil, arma utlilizada pelos PMS durante a suposta ação violenta

O local exato onde aconteceu a ação que culminou na morte dos dois acusados fica nos fundos do bairro Colina Verde, numa área desabitada ao sul de Teixeira de Freitas. Ainda segundo o delegado Marco Antônio Neves, mesmo se os policiais da CAEMA não prestarem depoimento à Polícia Civil, o inquérito, após o resultado da perícia, será concluído e remetido ao Ministério Público, que pode isentar os militares ou denunciá-los à Justiça.

Por Ronildo Brito/TN

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