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Professora Brasilia acusa o prefeito João Bosco de faltar com a verdade

DILVAN 3 cópia

A presidente da APLB – Associação dos Professores, Francisca Brasília Marques acusou o prefeito João Bosco, que além de não cumprir os compromissos assumidos, faltou com a verdade. Além de que, no final do mandato do Padre a educação ter R$ 4,3 milhões em caixa, e quando a professora Cristina saiu da Secretaria existiam R$ 9 milhões. Ela questiona aonde foi parar este dinheiro, uma vez que o prefeito quer agora cortar despesas para economizar R$ 6 milhões por ano para investimentos, somente para passar a ideia de austeridade.

Segundo Brasília quando João Bosco recebeu o governo do Padre Apparecido, a folha de pagamento comprometia apenas 53% da receita, quando ele assumiu inchou a folha e o índice chegou a 72%, o que é proibido, porque o índice máximo permitido por Lei é 54%.

A reposição salarial somente agora saiu, mas o rateio do FUNDEB que importa em R$ 1,5 milhão e que já tinha feito o acordo para o pagamento. O prefeito encerra o diálogo através de uma carta aberta e informa que não vai pagar o rateio e que o dinheiro será utilizado para reforma de escolas.

A presidente da APLB disparou que a educação não pode pagar por uma administração irresponsável e autoritária e que iremos ser penalizados devido à escolha política do prefeito. A educação está tomando outro rumo e a classe votou em João Bosco pensando que ele tivesse outra postura. Saiu da direção da pasta uma educadora e assumiu uma pessoa fora da realidade e que está dando outra dimensão à Secretaria sem existir diálogo, refletindo na ameaça que os professores estão recebendo.

Continuando a professora afirma que Teixeira está sendo governada por pessoas do PT, vindo de fora e que é pratica do partido não ter diálogo e faltar com a palavra, o compromisso deles não sai do discurso. Porém a situação da educação é emergencial e não pode esperar.

Queremos fazer um chamamento para que a sociedade tome conhecimento de que a educação está entregue as baratas. Dinheiro o município recebe, está sendo mal administrado. O Ministério Público e a Câmara de Vereadores precisam acompanhar a aplicação dos recursos, pois não tem agido nesse sentido. Finalizou Brasília.

Por Dilvan Coelho

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