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Ibirapuã: Latrocida que matou “Zezinho é condenado a 25 anos e 04 meses de prisão

Foi julgado na manhã desta quinta-feira, 16 de janeiro, no Fórum da Comarca de Ibirapuã, pelo juiz, Dr. Marcus Aurelius Sampaio, os acusados Uécio Colatino Lima e Henrique Lima Mateus, sendo que o Uécio foi condenado a uma pena de 25 (vinte e cinco) anos e 04 (quatro) meses, e 360 dias-multa pelo crime de latrocínio e ocultação de cadáver. O Uécio é o autor do latrocínio contra o funcionário público, José Carlos Paim, vulgo Zezim, com quem tinha um relacionamento homoafetivo.

No dia 09 de setembro de 2017, na cidade de Ibirapuã, após a festa do Vaqueiro, o Uécio matou a vítima para roubar o seu veículo Fiat/Pálio. Uécio foi preso no dia 28 de setembro de 2017, na cidade de São Mateus. O corpo de Zezinho foi encontrado 04 dias após o crime, depois que a polícia chegou ao primo do acusado, Henrique Lima Mateus. O Henrique levou a Polícia até a Comunidade Juazeiro, na zona rural de Ibirapuã, próximo a uma plantação de eucalipto, onde o corpo foi enterrado.

O réu Henrique Lima Mateus foi condenado a 1 (um) ano e 1 (um) mês e 30 dias-multa que foi substituída por prestação de serviço à comunidade por ter ajudado o seu primo Uécio Colatino a ocultar o cadáver da vítima em uma plantação de eucalipto e por favorecimento pessoal ao dar fuga ao criminoso. O réu Uécio Colatino Lima se encontra custodiado no Conjunto Penal de Teixeira de Freitas (CPTF), desde a sua prisão no Espírito Santo, e continuará preso para cumprimento da pena.

Entenda o caso

José Carlos Paim, era morador de Ibirapuã, funcionário público, e desapareceu na madrugada de sábado, 09 de setembro de 2017  Após o sumiço de José Carlos,  familiares e amigos  se mobilizaram  nas redes sociais tentando encontrá-lo. O jovem estava em um Pálio branco, e foi visto na comunidade de Juazeiro com um jovem que tem passagens pela polícia por furto de moto.

Na terça feira (12), a polícia deteve o primo do suspeito, Henrique Lima, vulgo “Negão” e na quarta-feira (13), “Negão” confessou que ajudou o primo a enterrar o “Zezinho”, como a vítima era conhecida. Segundo Negão, o primo chegou com Zezinho, já morto dentro do carro e disse que se ele não o ajudasse a enterrar, ele o mataria também.

Após confessar o crime, Negão levou a polícia até onde a vítima estava enterrada em uma cova rasa, dentro de uma plantação de eucaliptos em um local de difícil acesso. O corpo foi removido para o IML de Teixeira de Freitas onde passou por exames de necropsia. Segundo o acusado, Zezinho foi morto a pauladas.

Por: Edvaldo Alves/LN

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