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Foco no Poder: o choque de gestão é cada vez mais necessário

Publicado em: 22 de abril de 2013 Atualizado:: abril 28, 2013

FOCO NO PODER

Por Dilvan Coelho

 

O choque de gestão é cada vez mais necessário

Essa ideia foi lançada em Minas Gerais, por Aécio Neves, em 2003. O programa Choque de Gestão se tornou a principal referência em administração pública no Brasil. O ponto de partida era uma ideia simples, inovadora e de grande impacto: gastar menos com o governo e mais com o cidadão. Ao mesmo tempo, reduzir o peso dos recursos destinados à máquina administrativa e ampliar os investimentos destinados a melhorar a qualidade de vida das pessoas em áreas como saúde, educação, segurança, infraestrutura, meio ambiente e geração de emprego e renda, entre outras. Com o passar dos anos, o Choque de Gestão derrubou a crença de que o Estado está condenado a ser sinônimo de ineficiência e desperdício. (Fonte: Google)

 

O governador volta ao Extremo Sul da Bahia

Em menos de trinta dias Jaques Wagner volta à região. Na primeira vez, veio inaugurar a estação de tratamento de esgoto de Teixeira de Freitas. Na segunda, para o lançamento da ampliação dos Laticínios da Vaca, um empreendimento da iniciativa privada com financiamento oficial. Na oportunidade, o governador anunciou algumas obras para a região, mas, para Teixeira, uma cidade hoje governada pelo PT, onde foi decretado estado de emergência, carente de infraestrutura, nenhuma obra. É mesmo muito estranho!!!

 

Padre Apparecido desmente o prefeito João Bosco – I

O ex-prefeito do município de Teixeira de Freitas, Apparecido Rodrigues Staut (PSDB), além de rechaçar as informações da atual administração sobre um suposto rombo milionário deixado por ele, não poupou críticas ao atual governo de João Bosco. “A situação em que deixamos a Prefeitura foi boa e acho que, dificilmente, alguém poderia encontrar melhor na Bahia. Nós fizemos muito com recursos próprios, dinheiro que, normalmente, some das prefeituras. No dia da passagem do cargo ao novo prefeito eu fiz questão de dizer que estaríamos deixando R$ 10 milhões, só que mais tarde e com base em todos os levantamentos, ficou provado que o saldo em caixa foi superior a R$ 15 milhões. O rombo de R$ 9 milhões nunca existiu”. (Fonte: Teixeira News)

 

Padre Apparecido desmente o prefeito João Bosco – II

“Eu não roubo um tostão e com meu conhecimento não deixo roubar. Muitas vezes, o sujeito não tem competência, não sabe o que fazer, anda perdido, e depois fica culpando os prefeitos passados. Eu pensei que as coisas seriam melhores para Teixeira de Freitas, mas, a gente está vendo um assédio apenas ao dinheiro, com gente de fora que só pensa no dinheiro. Se a população não se indignar, a cidade de Teixeira de Freitas vai virar uma cidadezinha de segunda classe”, desabafou. (Fonte: Teixeira News).

 

 

Quem está com a verdade? Quem vai apurar?

O atual prefeito, João Bosco, em uma coletiva à imprensa no dia 15 de janeiro, afirmou que estava recebendo a Prefeitura com um rombo de R$ 9 milhões e não falou que existia dinheiro em caixa. Recentemente, o secretário de Finanças de João Bosco, em fala à imprensa, na Câmara de Vereadores, afirmou que nunca tinham negado que o dinheiro existia, porém, o rombo deixado é muito superior ao dinheiro encontrado em caixa. Diante de tantos desencontros, ficam duas perguntas no ar: quem está com a verdade? Quem vai apurar a verdade?

 

Já é hora de descer do palanque

É muito comum um novo gestor, após a eleição, ficar saboreando as delícias da vitória. Entretanto, passados os cem primeiros dias de governo, a cobrança da população aumenta e a tolerância chega a zero. Não se pode mais dar a desculpa de que está arrumando a casa. Já passou o tempo suficiente para a equipe estar ajustada e a máquina administrativa funcionando a todo vapor. Mas, alguns gestores ficam iguais a pavão admirando as plumagens e se esquecem de olhar para os próprios pés. Cidades aqui da região, como Teixeira de Freitas, por exemplo, têm pressa e não podem esperar.

 


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