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Bahia - Brasil -


Delegado do SILC elucida homicídio tentado contra “Tuca Segurança”

DELEGADO

Teixeira de Freitas: O delegado titular da DTE, Dr. Wendel Ferreira e sua equipe, elucidaram na tarde desta quarta-feira, 29 de maio, o homicídio tentado, que vitimou Genilvaldo Souza Santos, vulgo “Tuca Segurança”, morador do Bairro Vila Caraípe. Tuca foi atingido por três tiros. Passou por cirurgia e seu estado de saúde ainda é grave.

O atentado aconteceu no dia 25 de maio, no posto de lavagem que trabalhava. Segundo o delegado, a vítima estava trabalhando, quando a dupla chegou e o carona efetuou os disparos. Após intensas investigações, a dupla foi identificada pela polícia, como sendo o piloto Marcelo Santos Cardial, vulgo “Boca Podre” e o atirador, Carlos Antônio da Silva, 25 anos de idade, morador do Bairro Luiz Eduardo Magalhães.

ACUSADO

O Carlos Antônio foi preso pela CETO, na noite deste último sábado (25) – mesmo dia do atentado, juntamente com seu comparsa,  Rairon Santos Santana, 20 anos de idade, morador da Rua Justino de Abreu, no Bairro Vila Vargas. A prisão se deu por volta das 21h00, quando os dois estavam em um veículo Celta, cor branca, placa JQJ-4977, em posse de um revólver.

Ainda segundo o delegado, a motivação foi uma batida de carro envolvendo o Marcelo “Boca Podre” e o “Tuca Segurança”, e que o acusado Marcelo, teria feito o compromisso de pagar a despesa do carro da vítima (Tuca) e como o acusado não acertou, o Tuca ficou cobrando a dívida. Foi então que o Marcelo combinou com o Carlos para tirar a vida do Tuca. Assim combinados, os dois foram até o posto,  o Marcelo que tinha conhecimento com o Tuca, o chamou para conversar e o Carlos desceu da moto e efetuou os disparos contra a vítima.

ARMA

No interrogatório, o Carlos assumiu ter atirado contra o Tuca, e ainda disse que fez a mando de Marcelo Boca Podre, que pilotou a moto para ele atirar. Foi pedido pelo delegado, os mandados de prisão preventiva dos dois (Carlos Antônio e Marcelo) ao juiz Dr. Argenildo Fernandes, que atendeu prontamente o pedido.

O Carlos vai continuar preso e o Marcelo, que também já vinha sendo investigado pela polícia por participação no tráfico de drogas – encontra-se foragido da Justiça, com mandado de prisão preventiva decretado.

Por: Edvaldo Alves/Liberdadenews

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