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Bahia - Brasil -


Audiência Pública discute sobre “Primarização” dos serviços florestais no Extremo Sul

PRAM 1

A Primarização dos serviços florestais no extremo sul da Bahia, foi tema de debates na audiência pública promovida pela Câmara Municipal de Vereadores de Teixeira de Freitas, na noite desta quinta-feira, dia 15, no Cenarium Eventos.

Com a aprovação da primarização, pelos menos R$ 170 milhões correspondentes a renda anual dos trabalhadores, deixariam de circular na região.

O acordo foi firmado no dia 11 de julho entre o Ministério Público do Trabalho e a Suzano Papel e Celulose.  O Termo de conciliação foi assinado depois que a Justiça do Trabalho, negou a ação civil pública que elimina completamente a terceirização em todas as atividades-fim da empresa no prazo máximo de três anos.

Inicialmente, o processo denunciava a precarização dos trabalhos da categoria, mas de acordo com o presidente da Associação de Empresas Prestadoras de Serviços do Extremo Sul da Bahia (AEPS), Igor Carpegiani, as imagens contidas nos autos, que retratavam condições de trabalho sub-humanas não correspondem as atividades de funcionários das terceirizadas.

PRAM 2Deputado Timoteo Brito

Diversas autoridades marcaram presença. Além do presidente da Associação de Empresas Prestadoras de Serviços do Extremo Sul da Bahia (AEPS), Igor Carpegiani,  vereadores das Câmaras Municipais de Teixeira de Freitas, Nova Viçosa, Mucurí, Alcobaça, Caravelas, além do deputado estadual Timoteo Brito; o prefeito de Caravelas, Jadson Ruas, presidente da Associação dos Prefeitos do Extremo Sul; o comandante do 13º Batalhão da Polícia Militar, Ten.Cel. Paulo Silveira; representando a imprensa, o radialista Fernando Moulin; o vice-prefeito de Teixeira de Freitas, Gilberto Souza Santos, representando o prefeito João Bosco; o presidente da Subseção da O.A.B., o advogado Alberto Barbosa; Gedemácio Guimarães, presidente da CDL, e o presidente do Sincomércio, Flávio Guimarães, fizeram parte da mesa diretora.

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O presidente da AEPS explicou que a primarização pode gerar um colapso social e econômico na região com a extinção de 4.095 empregos diretos, 9.800 dependentes, mais 12 mil empregos indiretos.

Outro setor afetado seria o econômico, pelos menos R$ 170 milhões correspondente a renda anual, deixaram de circular na região. Outros R$ 7,3 milhões de Imposto Sobre Serviço (ISS) deixaram de ser arrecadados por municípios da região.

PRIM 4

A Associação dos Prefeitos do Extremo Sul da Bahia, juntamente com as Câmaras de Vereadores de Nova Viçosa, Mucuri e agora também a de Teixeira de Freitas, juntamente com a AEPS, estão tentando através de instrumentos jurídicos anular o acordo.

Por: reportercoragem

 

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