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Após definição de chapa oposicionista, partidos nanicos decidem sobre aliança; Oito são incertos

NANICOS 1

Dos partidos conhecidos como “nanicos” que integram a ala oposicionista da Bahia, somente o PTN pode ser considerado presença certa na base de apoio à chapa antipetista ao governo do Estado. “Temos o melhor grupo já apresentado até agora. Na comparação, Paulo Souto está muito à frente do candidato do PT [Rui Costa], um deputado federal medíocre que tentou projetar seu nome e não conseguiu. Além disso, o prefeito ACM Neto desempenhou a tarefa mais difícil: manter a oposição unida”, afirmou o presidente estadual da legenda, Maurício Bacelar, em entrevista ao Bahia Notícias nesta quinta-feira (10), após o anúncio do arranjo final da coligação majoritária tucano-democrata que disputará o pleito de outubro deste ano. Mais hesitante, o PPS – cujo destino se confunde com o de outras sete siglas (PRP, PTdoB, PSDC, PEN, PTC, PMN e PPL) que compõem a Frente Partidária Jorge Aleluia e muito provavelmente caminharão juntas rumo às urnas – deve, só agora, com todas as informações às claras, analisar o cenário e escolher qual território é mais propício para o cultivo de suas pretensas candidaturas a deputados federal e estadual. Mesmo com baixa expressão na Assembleia Legislativa e no Congresso, o grupo de nanicos é importante, pois acrescenta tempo de inserção no programa eleitoral gratuito à coalizão de sua preferência. Só o PPS, por exemplo, tem 12 segundos de espaço na TV. “Temos que definir qual a melhor chapa proporcional para nossos planos. Estamos em sucessivas conversas com ACM Neto e, agora que foi definida a majoritária, queremos saber dos próximos passos. Só então poderemos analisar as alternativas”, explicou o líder estadual da legenda e aspirante a uma vaga na Câmara Federal, vereador Joceval Rodrigues. Segundo ele, o partido não descarta uma eventual união com o PSB da senadora e pré-candidata ao Executivo baiano, Lídice da Mata. Apesar das conversas, porém, nenhum acordo entre as duas siglas foi esboçado até agora. “A frente partidária já esteve com o PSB, mas nada foi resolvido. Outras discussões devem acontecer. Nós temos um objetivo claro [eleger um deputado federal e outro estadual] e, para alcançá-lo, precisaremos dialogar para encontrar a melhor alternativa”, afirmou o legislador, que evitou decretar tempo-limite para oficialização do posicionamento de sua agremiação. “Essa coisa de prazo não tem dado muito certo”, brincou. 

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