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Absurdo: Adolescente baleado por “vigilantes da Visel” perde o movimento das pernas

VISEL 1

O tiro que acertou o adolescente atingiu a medula óssea e comprometeu a movimentação das pernas. Ele passou por exames periciais nesta terça-feira.

O adolescente de 16 anos, foi baleado pelas costas por vigilantes da empresa “Visel Segurança Patrimonial”, no dia 18 de setembro de 2013, perdeu o movimento das pernas e está acamado.

O caso ocorreu em uma área de preservação ambiental de uma empresa de celulose próximo a  comunidade conhecida como “Cotia”, interior do municipio de Prado. Quase sete meses após o ocorrido, o menor passou nesta terça-feira, 8 de abril, por exames periciais no Departamento de Polícia Técnica de Teixeira de Freitas. O tiro disparado pelo vigilante da “VISEL” acertou as costas do adolescente e atingiu a medula óssea e comprometeu  de forma grave a movimentação das pernas da vítima.

GAROTO 1

Na época a empresa emitiu uma nota afirmando que os vigilantes haviam trocado tiros com quatro homens, mas segundo a versão do menor, dada em entrevista a imprensa local nesta terça-feira, ele estava apenas na companhia de uma amigo em uma motocicleta e seguia para a casa do tio que mora em Cotia.

O menor disse ainda que se perdeu no caminho quando não obedeceu a ordem de parada dos vigilantes que atiraram em sua direção, “foram seis tiros, um acertou as minhas costas e o outro alvejou meu amigo na perna, que não ficou com sequelas”, disse.

Segundo a mãe do garoto, a Visel só prestou assistência no primeiro mês após o incidente, “depois disso não procuramos mais a empresa, nem eles nos procuraram”, comentou Vera Lúcia Conceição Santos.  A família aguarda o resultado do laudo pericial para tomar as providências cabíveis.

No final da tarde, o Sulbahianews conversou com o gerente da Visel, Sérgio Cardoso, na matriz em Serra no Espírito Santo. Segundo ele, uma assistente social da empresa estava acompanhando o adolescente e fornecendo a medicação, inclusive de uma pomada controlada, mas depois de um tempo a família se recusou a receber o auxílio.

Ainda de acordo com o gerente, a Visel está acompanhando o inquérito policial e aguarda a decisão da justiça.  Sobre a versão do menor de que estaria apenas na companhia de um amigo, Sérgio afirmou que testemunhas que prestaram depoimento à Polícia Civil alegam que duas motos com quatro homens estariam envolvidos na ação. Com informações/Sulbahianews

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